Olhas o espelho,
penteias o longo cabelo liso, dourado, leve, solto, macio, perfeito,
que te cai nos ombros roçando a curva acentuada das tuas nadegas.
Contornas os claros olhos cor de mel com o lápis que manuseias com cuidado e precisão.
Juntas os dedos e aplicas o fond de teint.
Sublinhas a perfeição dos lábios corrigindo pequenas incertezas,
Abres levemente a boca que contornas com o baton.
Enfatizas o olhar penetrante quando engrandeces as pestanas.
Sorris, sentes-te perfeita.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Inconformismo!

Quando as palavras arrepiam
As ideias entusiasmam
Os actos geram mudança
As passadas criam caminhos
O movimento relança a vontade
E surge a revolta
O Presente é imutável.
A luz continua na sombra,
revoluções são memórias,
Passado são vitórias,
Futuro são incertezas.
Crias o desejo da mudança,
Na tua presença humana.
Sentes-te só na tua luta,
Gritas palavras mudas,
Ouvem-te os pássaros e voam.
Levantas o punho e olhas em volta,
não és ouvido, nem entendido,
não te veem, nem admiram,
não és orgulho, não és modelo,
és apenas tu, força e pensamento,
revolta e desilusão!
sábado, 10 de abril de 2010
Acreditar!
Quando um dia pensamos que nada mais vai mudar
Que tudo já aconteceu
Que o agora será o amanhã
E nada de novo nos espera...
A vida roda ao contrário,
o que foi ontem não será amanhã,
há que recomeçar,
juntar os cacos e ACREDITAR.
E se ontem me dissesses que amanhã estaria aqui,
dir-te-ia que te enganas porque a minha vida é aí.
Se hoje me disseres que amanhã não estarei aqui,
Direi que ACREDITO que um dia partirei...
Que tudo já aconteceu
Que o agora será o amanhã
E nada de novo nos espera...
A vida roda ao contrário,
o que foi ontem não será amanhã,
há que recomeçar,
juntar os cacos e ACREDITAR.
E se ontem me dissesses que amanhã estaria aqui,
dir-te-ia que te enganas porque a minha vida é aí.
Se hoje me disseres que amanhã não estarei aqui,
Direi que ACREDITO que um dia partirei...
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
A vida mata!
Quando a vida me agarrame mal trata
me domina
me mata.
Passa por cima, corta-me a esperança.
Leva-me a lembrança, de bonitas recordações.
Puxa-me para o fundo, tenta me afogar.
Anula-me a alegria, seduz-me com a tristeza.
Procura-me em cada esquina,
Escuridão na alma,
Peso no coração,
Olhos fitos no vazio de um corpo sem sentimentos.
Pernas que quebram,
Braços que bamboleiam,
Dorso que se curva,
Garganta que se esgana.
Porque me queres matar?
terça-feira, 28 de julho de 2009
Quando Vi era TUA!
Um dia chegaste a casa e de cá não saíste mais sem mim.
Um dia reservei-me sem me expor, era tua sem o ser, dava-me sem me oferecer.
Um dia olhei-te e sem reservas defini-me no teu olhar, sem me ver completa no teu mundo.
Um dia mais tarde, aceitei a tua mão, não fugi do teu consolo e expus a minha emoção.
Um dia mais tarde, o teu braço puxou-me, os nossos corpos deitados na cama, o teu peito nu onde a minha cabeça repousava, o silêncio de uma noite de amor, e o suspiro de me sentir TUA!
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